tratamento da escoliose José da Rocha Dra. Patricia Mentges

A escoliose ainda tem seu tratamento baseado em princípios ultrapassados e o valor e atenção dados ao tratamento clínico ainda é incipiente, para não dizer nulo em nosso país.

Não contamos com iniciativas para detecção precoce, nem para a pesquisa e desenvolvimento do tratamento clínico.

Um dos argumentos dos que defendem o tratamento cirúrgico é que existe comprometimento da função respiratória do paciente com escoliose.

Pois bem, para não ficarmos dependentes e limitados a valores de graus Cobb que determinam as ações terapêuticas se faz urgente e necessária a implementação de um exame cauteloso da função respiratória dos pacientes com escoliose.

Muitas vezes é usado como justificativa para indicar cirurgias de escoliose que esta acarretará “possíveis” problemas cárdio-respiratórios. A questão é que os casos que provavelmente se enquadrariam no argumento são aqueles que se agravariam devido à falta de tratamento ou tratamento inadequado.

Vamos aprofundar este conhecimento para constatarmos valores reais a fim de que decisões sejam tomadas sobre base segura, com dados precisos e claros.

Com o grande número de pacientes que são tratados no Projeto Escoliose, podemos consolidar estudos de correlação entre morfologia (localização de curvas) e padrões respiratórios que esclareçam a necessidade ou não de realizar uma cirurgia para escoliose.

E ninguém mais adequado, mais indicado para elucidar a relação escoliose x função respiratória do que o Dr. José da Rocha Cunha que da sua aposentadoria vem nos dar uma preciosa colaboração.

Temos então a honra e privilégio de anunciar a mais nova parceria do Projeto Escoliose Brasil que a partir de agora conta com a presença de um brilhante profissional e um ser humano exemplar que as pessoas que tiveram e têm o prazer de conhecer podem confirmar.

O fisioterapeuta José da Rocha Cunha doutor honoris causa em Fisioterapia Intensiva pela Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva (SOBRATI) 2015 vem agregar seu vasto conhecimento para o benefício tanto dos que são atendidos por nós quanto as pessoas que buscam por informação baseada em evidência científica no tratamento clínico da escoliose.

Dr. José da Rocha Cunha atuará como consultor convidado.

Em breve estaremos dando mais detalhes.

 

José da Rocha Cunha – graduado em 1976 pela Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ);

Fisioterapeuta do Hospital Sírio-Libanês 1977/78; fisioterapeuta do Hospital Israelita Albert Sabin 1979/1993;

Fisioterapeuta concursado do Hospital Central do Instituto de Assistência aos Servidores do Estado (IASERJ) 1986/1994;

Docente do curso de fisioterapia da Universidade Castelo Branco 1988/1990;

Fisioterapeuta do Hospital São Francisco de Assis (HESFA/UFRJ) 1989/1992;

Fisioterapeuta concursado do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/UERJ)1992/2011;

Docente do curso de fisioterapia da Universidade Estácio de Sá campo Rebouças, Barra, Taquara 1994/2009.

Preceptor de estágio em fisioterapia no Hospital Israelita Albert Sabin e Hospital Universitário Pedro Ernesto;

Coordenador da Residência em fisioterapia no HUPE 1992; preceptor de residentes no HUPE;

Ex-coordenador de cursos de pós-graduação da Universidade Estácio de Sá nas áreas de fisioterapia cardiovascular respiratória e terapia intensiva;

Docente nas referidas pós-graduações;

Ex-orientador de trabalhos de conclusão da graduação em fisioterapia, da pós-graduação e da residência;

Coordenador técnico da clínica-escola Fisiobispo campus Rebouças da Unesa 2000/2003;

Diretor geral do curso de fisioterapia da Unesa 2003/2005;

Coordenador do convênio entre a Unesa e o Hospital Central do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro 2000/2003;

Chefe do setor de fisioterapia do HUPE 1995/1998;

Integrante da Câmara Técnica de Fisioterapia Respiratória em duas gestões, sendo uma como coordenador;

Especialista em Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva pelo COFFITO e pela Assobrafir;

Especialista em didática e metodologia do ensino superior pela Unesa

 

 

Projeto Escoliose continua a crescer.
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