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Disseram que não seria possível.

instituto de escoliose

Fechando o ano com medalha de ouro!

Nossa querida JZ integrou a equipe que ganhou a prova de revezamento 4 X 100 metros na CaipirUSP – Campeonato de todas as unidades da USP do interior de São Paulo.

Esta modalidade do atletismo exige além de velocidade, força e determinação!
Ressaltamos que a princípio com escoliose disseram que não era possível.

Explicamos o porque: A mãe de JZ e ela nos procuraram em 2015 com diagnóstico de Escoliose Idiopática do Adolescente – EIA – e com indicação cirúrgica,baseada apenas na classificação de graus do Ângulo de Cobb.

Elas não queriam a cirurgia como opção e JZ se dedicou com afinco e muito empenho a seu tratamento com Exercícios Fisioterapêuticos Específicos para Escoliose – PSSE – e colete.

Durante todo o período do tratamento JZ aplicou a disciplina e a perseverança necessária aos campeões!
Sim ela é campeã duas vezes!

Ao finalizar seu tratamento sem ter recorrido à cirurgia e, com isso, hoje poder fazer o que sempre sonhou: se dedicar à corrida a nível competitivo na Universidade.

Fez isto com brilhantismo nas duas esferas, a terapêutica e a esportiva!

Na terapêutica recebeu o tratamento mais eficaz.

O nosso Centro é pioneiro ao implantar os PSSE no Brasil desde 2011, é exclusivamente dedicado ao tratamento da Escoliose e deformidades da coluna vertebral, é membro da SOSORT e está constantemente comprometido com o aprimoramento e a excelência.

Na esfera esportiva além de receber a medalha de ouro foi eleita atleta destaque do campeonato, pois bateu o recorde da prova!

É ou não é motivo de orgulho e felicidade para nós e fonte de inspiração para todos?

Porém também traz à tona uma importante pergunta: Por que motivo, nos dias de hoje, se insiste ainda em se usar o fator Ângulo de Cobb como único parâmetro para tomada de decisões diante de uma escoliose???

Profissionais que desconhecem os outros tantos fatores que influenciam nesta decisão, ou os recursos que contam com evidência científica de sua eficácia no tratamento da Escoliose Idiopática do Adolescente, e também as Diretrizes de Tratamento da Escoliose Idiopática geradas pela SOSORT (que recomendam entre outras coisas que os pacientes com EIA devem continuar a fazer Educação Física na escola durante o seu tratamento), não estão devidamente informados e portanto não estão preparados e/ou capacitados para realizar o tratamento clínico.

A parte clínica deste tratamento é complexa e exige conhecimento e prática específica.

Que esta medalha ajude nesta reflexão!

Mais uma vez Parabéns a nossa querida JZ e que seu exemplo motive outras meninas e meninos na tarefa de enfrentar a escoliose com atitude e determinação de vencedor!

Temos certeza que esta é a primeira de muitas conquistas!!!

Publicado em:Conscientização

2 Comentários

  1. Gisele Souto de Moura

    Oi boa tarde!
    Tenho um filho com paralisia cerebral ,possue escoliose o que vem trazendo desconforto e deformidades em seu corpo gostaria muito de uma avaliação de tratamento vcs trabalham com esse tipo de escoliose tbm…estou muito triste por ver meu filho entortando a cada dia mais pouco …por favor me responda,não quero procedimento cirúrgico

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